segunda-feira, abril 30, 2012

Analogias significantes.

A analogia que se segue nas próximas linhas redigidas poderá vir a ferir gravemente os sentimentos de algumas pessoas, no entanto não deixará, de certa forma, de abrir os olhos a muitas delas.

Ora então:
Nós quando temos um cão acabadinho de chegar a nossa casa, ainda com pouco tempo de vida, achamos-lhe imensa graça e enchemo-lo de mimos porque é pequenino e muito indefeso e engraçado. Quando este começa a crescer começamos a criar um certo distanciamento e a piada inicial de ter um cachorrinho começa a desaparecer com o tempo. Começamos por desprezar o tempo precioso de estar com ele e o treino que lhe devíamos dar é completamente descuidado. Mais tarde, quando este começa a entrar na fase adulta percebemos que por mais que lhe digamos "senta" ou "dá a pata" este não corresponde rigorosamente a nada do que lhe mandamos fazer. Desta forma ficamos super aborrecidos e chateados com o animal e dessa forma, à força, tentamos educá-lo. Claro que nesta fase é extremamente complicado treinar um cão e muitas vezes nós cansamo-nos muito antes de tentar. O que disto resulta é, além de o cão não nos ter qualquer respeito ele pode mesmo tornar-se um animal super agressivo ou um cão indefeso e com medo de tudo à sua volta ou até mesmo um cão com tanto mimo que faz o que quer como quer sem qualquer controlo da nossa parte.

Onde quero eu chegar?

Basicamente, a nossa forma de educar os nossos cães é exactamente igual à forma como educamos as nossas crianças.
Chocante?
Então reparem:
Quando chega um bebé a nossa casa é uma alegria imensa e toda a gente o acha fofo e muito engraçado, seja pela sua inocência ou pela sua capacidade de mexer com os nossos sentimentos. Depois quando se tornam crianças a sua educação acaba por ser muito descuidada ou por não termos tempo ou por falta de paciência. Esquecemo-nos que é aqui que devemos incutir os primeiros valores e as primeiras ideias de como "sobreviver" nesta sociedade, neste mundo da forma mais justa e responsável possível. Resolvemos, em vez de tudo isso, deixá-los "soltos" porque assim é que vão aprender as coisas. Claro que isso também é importante, dar algum espaço à criança, mas desde que em casa haja tempo para conversar, escutar e saber observar o que eles têm para nos comunicar. É aqui que se molda uma pessoa, somos um ser social!
O que acontece quando essa fase não é bem estruturada é que a nossa criança ao atingir a adolescência e depois se torna adulto, os valores estão completamente dispersos, desequilibrados e descontrolados, surgindo aqui os primeiros problemas de "discordância excessiva" e "desobediência" paternal por conseguinte aparecem os insucessos escolares e por ai fora... Aqui, perdemos o controlo da situação e tentamos emendar o problema discutindo (não ouvindo) e criando castigos (não conversando) que jamais terão efeitos positivos nesta fase.
Logo, as nossas crianças tornam-se agressivos ou inofensivos inseguros ou até mesmo mimados imprudentes e gananciosos.

Pois é, quer cães quer crianças estão a ser tratados de forma igual... O grande e preocupante problema nesta questão é que as crianças são o futuro de uma geração, são o suporte de uma sociedade e o que o mundo será daqui a umas décadas depende do que elas serão.
É necessário não descuidar a fase mais importante da moldagem de uma pessoa para a vida, devemos apostar no futuro da nossa sociedade que começa por saber educar as nossas crianças desde o primeiro passo que dão. Se continuarem a ser tratadas como animais este mundo continuará a ser gerido, governado e liderado por um canil de raivosos Pit Bulls tal e qual como hoje é.

domingo, abril 29, 2012

Nova Fase

É verdade que não sabemos quantas vidas teremos, mas se pensarmos que cada nova fase que surge é um modo de renascer as coisas tomam outro sentido.
Cada vez que uma etapa na nossa vida chega ao fim e uma nova fase surge a sensação de algo superado só nos torna mais fortes.
Nascemos de nós mesmos e conseguimos ver tudo de outra forma, com outro sentido.

A vida não é fácil?
Então das tuas dores sente o prazer de amadurecer e de crescer. É isso que nos forma e que nos torna melhores e nós mesmos.





sexta-feira, abril 27, 2012

Life and Death

Life asked Death:
-Why do people love me but hate you?
Death responded:
-Because you are a beautiful lie and I am a painful truth.


quinta-feira, abril 26, 2012

Cegueira premeditada

Há tempos apercebi-me que são mais as vezes que não vemos que as que vemos. Geralmente não vemos pelo simples facto que não queremos ver! Não é falta de visão nem algo do género é mesmo porque nos custa fazer o esforço para ver mais, para ver além do que está à nossa frente.
Passamos os dias tão envoltos e embrenhados numa outra coisa que nos falta o tempo no meio do tempo para reparar nas coisas que já lá estão.
Sofrer de cegueira premeditada é uma idiotice desumana, é simplesmente não levantar a cabeça e conhecer tudo o que está à nossa volta, é viver numa bolha e passar todo o tempo fechado nela.
Mas dá tanto trabalho sair do nosso cantinho e fazer um esforço para ver mais além... então continuamos fechados em copas e continuamos a contribuir para uma sociedade retrógrada e cheia de preconceito.
É melhor assim? 
Não. 
Mas é o que dá mais jeito.

terça-feira, abril 24, 2012

O amanhã depende do teu hoje.

Nunca se sabe o que vamos ser no dia de amanhã, mas e que tal começar a construir o nosso futuro a partir do presente?
Se começar por baixo faz-te chegar ao topo não vejo o porquê de não tentar. O tempo que demora é a delicia do que virá. A caminhada às vezes é onde está o prazer de conhecer e aprender, a chegada é apenas a recompensa por tudo.
Não deixemos de ter esperança que amanhã seremos muito melhor que hoje. Lutemos sempre por isso!
"I pray tomorrow gets me higher!"


O Factor "C"

Ora aqui está um mal entendido que poderia vir a ser muito útil no nosso país!


domingo, abril 22, 2012

O meu "EU"

Não existe uma definição do meu ser.
Sou companhia mas posso ser solidão. Tranquilidade e explosão, pedra e mesmo coração.
Sou abraços, boa disposição, bom humor, sarcasmo, preguiça e sono.
Luto e canso-me, olho-te e desprezo-te.
Simpatia e arrogância tudo depende da circunstância.
Às vezes sou música alta outras sou o silêncio.

Serei o que tu quiseres, mas só quando eu quiser.

Não gosto de limites e não sou cruel comigo.
Apego-me ao que vale a pena e desapego-me pelo que não quer valer.
Só me entende quem eu quero que entenda, só se afasta quem eu deixo que se afaste.
Amo perdidamente e odeio desesperadamente.

Sou de sentimentos puros mas também sou de racionalismos duros.

sábado, abril 21, 2012

Bipolaridade Social

Os Ricos e os Pobres.
Nem os de cima têm coragem de olhar para os debaixo, nem os debaixo coragem têm para olhar para os de cima.




sexta-feira, abril 20, 2012

O voto "democrítico"!

É verdade, em Portugal existe a democracia...
Somos todos livres de decidir por nós mesmos quem eleger para nos governar. O nosso voto é que importa. Mas quando chega a altura de decidir - "É pah eu não vou votar!" sim porque não votar é a grande solução.
Não sei como convencer os Portugueses de o facto de não meterem os pés nas Urnas é pior que chegar lá e meter um voto em branco. Se não são de acordo com o governo que temos Votem em BRANCO, agora não aparecer lá é estarem-se nas tintas para o que der e vier e depois ainda vêm comentar que o país está isto ou aquilo! Vocês que não votam não devem comentar sequer! Vocês estão-se nas tintas!!! Não é assim que isto vai para a frente.
Bem depois há aquelas pessoas que vão lá votam naqueles que acham mais "bonitos", ou com um "discurso" mais simpático e acabam por lixar esta porcaria toda. Depois mais tarde criticam tudo e todos e não percebem que foi o voto deles e dos que não apareceram lá que jogou isto tudo ao LIXO.

É assim meus amigos, pensem bem no que querem que o vosso país seja e ficar de fora só vos vai prejudicar mais. O "não quero saber" tem levado o país à merda que está e depois não chorem...


O grande e eterno problema da nossa comunicação social!

Todos nós sabemos que a comunicação social é essencial numa democracia. Mas quando a democracia é manipulada a comunicação social acarreta com a mesma doença...

Hoje em dia o nosso jornal televisivo tem duração de aproximadamente 1h30m. Se pensarmos bem é quase uma novela e maior que uma série (passando a ironia). Mas pronto, até aqui não existiria problema algum se o telejornal servisse para nos passar NOTÍCIAS realmente IMPORTANTES e se deixasse de porcaria para encher chouriços e para nos tapar os olhos em relação à escumalha que vai neste governo.
Dou aqui alguns exemplos:
"Jovens constroem casa na árvore"
"Isqueiro é utilizado para provocar incêndio"
"Sr. de 60 anos planta uma couve no seu quintal"
"O aumento do desemprego foi de 0% em Novembro"
"Dias frios aproximam-se"
...

E muito mais teria eu para escrever aqui.
O país encontra-se doente. Temos um governo que nos bloqueia o sistema ao qual tenho um bom nome para lhe dar - VÍRUS.
As pessoas consentem, vêem o telejornal e são bombardeadas com notícias que nos vão escondendo o que realmente se passa por trás disto tudo.
Já não existe (se alguma vez existiu) a credibilidade, a imparcialidade e a profundidade de informação. Os jornais só querem vender e os telejornais só querem audiências. Lançam notícias sobre "couves na quinta do Zé" mas não dizem que o nosso Sr. Primeiro Ministro anda de um lado para o outro no seu carro de 140mil euros com o seu motorista privado. Não mostram factos duros mas reais!
A nossa comunicação social está empestada de interesses económicos e políticos.
A tentativa da comunicação social influenciar o público é tão explícita que até faz confusão. A maneira como as notícias são redigidas ou mesmo faladas são de um conteúdo completamente alterado e muitas vezes censurado. São sempre de forma a focar a nossa atenção para aquilo que querem, deixando aquilo que realmente nos "lixa" livre de olhares... As gripes das aves, as gripes suínas e a doença das vacas loucas são exemplos de extremismos estúpidos que nos despistam, tal como o futebol e a forma como este é hoje em dia controlado da mesma maneira.

Temos de ter noção desta realidade, os nossos valores não podem deixar-se influenciar por extremismos políticos ou económicos, devemos lutar contra este sistema manipulador e que nos tentar moldar à sua imagem.

Afinal de contas, onde está a democracia no meio disto tudo?



terça-feira, abril 17, 2012

A inutilidade do sofrimento

Todos nós passamos por momentos mais complicados e por metas mais difíceis de alcançar. Todos nós sabemos que se baixarmos os braços as coisas não vêm ter connosco e os nossos objectivos jamais serão atingidos. Então porquê que tantas vezes resolvemos entregar-nos ao sofrimento?

O nosso dia-a-dia é feito de dificuldades, obstáculos e desafios que temos de saber lidar e não deixar que nos façam esquecer a importância das pequenas coisas da vida. Se não o fizermos desta forma, acabamos por nos sentir sempre insatisfeitos e sofrendo por antecipação com situações que até acabam por se revelar simples de resolver.
A chave essencial aqui é se nós entendermos situações de risco como uma oportunidade para desafiarmos as nossas fraquezas podemos vir a crescer no processo.

É claro que todas as pessoas sofrem... mas uma coisa é sofrer por um momento doloroso como a perda de um familiar, por exemplo, e outra coisa é passar a vida a lamentarmo-nos por coisas sem qualquer importância e não fazermos nada para mudar.
Na minha opinião, o sofrimento só nos dificulta a vida e só nos atira areia para os olhos não nos deixando progredir e alcançar o significado que queremos dar à nossa vida. O crucial não é o que nos acontece, mas sim o que pensamos em cada situação/em cada momento. Se formos a analisar as situações do dia-a-dia, o pensamento é anterior à emoção e esse pensamento é o que nos faz sentir bem ou mal. E isso explica o porquê de as pessoas que viveram ou presenciaram uma mesma situação experimentem emoções totalmente diferentes perante ela.
Muitas vezes é o nosso pensamento que nos mete contra nós próprios, e o que nós temos de fazer é torná-lo nosso amigo e não algo que nos deixe completamente desnorteados. Temos de passar da reacção à acção e saber que o que sentimos depende, em grande medida, do que pensamos, e não do que está realmente a acontecer.
Ora bem, o que estou a dizer é que se aprendermos a controlar os nossos pensamentos, controlamos a nossa vida e a forma como reagimos nela e com ela. Nós podemos sentir-nos bem connosco, apesar das nossas circunstâncias, ou podemos deixar-nos levar por elas e ser um completo desastre...
Muitos desses pensamentos que não conseguimos lidar vêm de vivências passadas, mas o que podemos fazer com o nosso passado só cabe a nós decidir.
Preferimos tirar a lição que o passado nos deu e ter um melhor presente e futuro, ou usar o passado para destruir o que se segue? Temos de aprender com o passado e não usá-lo como destruidor de actos.
Nós como seres humanos que somos, erramos e continuaremos a errar, e uma parte da nossa maturidade consistirá em aprender com os erros passados e reunir meios necessários para que estes não voltem a acontecer nem se repitam no futuro.
Afinal de contas, a melhor conquista do futuro é o dia-a-dia vivido com bom ânimo, boa disposição, esperança e com muitos projectos; mas também com realidades presentes, com ilusões partilhadas em cada esforço e com uma meta constante na nossa vida!

Para concluir, o sofrimento inútil apenas provoca um desgaste exagerado a nível físico, uma irritabilidade crescente a nível psíquico e uma queda enorme do nosso controlo emocional. Não é a por a culpa em quem nos rodeia ou nos acontecimentos do dia-a-dia, mas sim a compreender o nosso pensamento e a saber controlá-lo para o nosso próprio bem-estar que conseguimos viver em plenitude. Não nos devemos deixar ir pelo caminho mais fácil pois esse leva ao sofrimento inútil, uma vida sem obstáculos não tem sabor e não tem satisfação nem prazer. "Se andares por um caminho sem pedras e buracos, provavelmente esse caminho não te leva a lado nenhum!"

Não é fácil assumir a nossa própria liberdade, não é simples alcançar a felicidade, mas é um desafio que nenhum ser humano pode perder

sábado, abril 14, 2012

O medo da insignificância

Acho que hoje descobri, finalmente, um dos meus maiores medos e com o mesmo acabei por crescer mais um bocado.

Ontem, antes de enterrar a cabeça na almofada para mais uma noite de descanso, comecei a sentir-me um ser pequeno. Comecei a pensar em tudo e senti-me cada vez mais insignificante.
Então depois de me vir essa palavra à cabeça cheguei à conclusão que tenho medo da insignificância.

Há quem diga que o medo da insignificância é um ensaio sobre o mal-estar civilizacional, é o despertar para a realidade de uma cultura em colapso... E assim se torna numa angústia existencial contemporânea. 
A procura da identidade é uma coisa que nos persegue desde a nossa existência, a busca por um sentido na vida, a auto-aceitação de ser como somos e o investimento intelectual faz parte do nosso crescimento como ser humano.
Este sentimento de insignificância surge nada mais nada menos da noção de que estamos absolutamente sós e da mania do ser humano pensar que não existe nada maior que nós mesmos e que a vida não passa deste universo físico que foi um mero acidente...

No entanto, tal como Albert Camus, podemos usar a insignificância para iniciar o processo da busca de algum significado. Ou seja, ao olharmos para a insignificância, estamos livres para inventar qualquer significado. Fazer do propósito da vida humana um inventar de propósitos. Sem significado a vida humana não tem sentido, então sejamos nós os criadores do significado.
O que eu entendo deste autor, Albert Canus, é que devemos aceitar a insignificância e só depois devemos então cultivar a coragem, o orgulho, o amor, a comunidade e a justiça social.

Eu acho que existe sempre um momento em que sentimos que a vida não tem qualquer sentido, e assim, ao estarmos diante da insignificância perdemos a esperança em tudo e em todos. Tudo à nossa volta nos soa a fraude, quer religiões ou filosofias. Sem essa esperança e fé, perdemos o norte, ficamos deprimidos, debilitados e até mesmo doentes. Muitos chegam a pensar que a única saída é o suicídio.
O que podemos fazer nestas situações é enfrentar este medo como todos os outros.
Quando não acreditamos em mais nada... passamos a acreditar em nós mesmos, e desta forma a vida começa a ter um significado especial e a nascer algum tipo de satisfação pessoal.

Eu acredito que só crescemos verdadeiramente quando ousamos questionar o significado da vida, porque é quando olhamos nos olhos do medo que estamos em condições de ir mais além. Caso contrário passamos a vida a fugir da possibilidade que as nossas crenças são falsas e arbitrárias.

O que eu  quero dizer com isto tudo é que temos de saber dar significado à nossa vida sabendo que ela mesmo pode não ter significado nenhum. Desta forma crescemos, criamos e vivemos segundo o significado que vamos dando àquilo que fazemos.

Existem aquelas pessoas que não conseguem encarar essa possibilidade de que a vida não tem sentido algum, e essas pessoas geralmente são crentes fanáticos. O que eles fazem não é mais que procurar desesperadamente que os outros acreditem no que eles acreditam para se sentirem mais seguros das suas crenças.
Ao serem crentes fanáticos vivem num medo mais profundo e constante que qualquer outro, tudo porque têm medo de desafiar o seu próprio conjunto de crenças, têm medo de discutir convicções diferentes das suas de forma aberta e morrem de medo de estarem completamente erradas. Passam assim a vítimas de enganadores, fanáticos e milagreiros...
As pessoas assustadas são realmente assustadoras, pois fazem qualquer coisa para provarem que têm razão e só a sua razão é a correcta.

Mas quem já encarou o medo não tem motivos para querer convencer os outros e nem é influenciado por modas nem crenças enganadoras. Não precisa de mestres, gurus, padres, pastores ou líderes para lhe indicar o caminho a seguir. Porque essa pessoa encontrou tudo isso dentro de si, tem plena consciência da sua vida, de todos os acontecimentos e as suas causas e sabe ele mesmo o caminho que deve seguir livre de dogmas.

Logo, a grande conclusão é que a insignificância não é o contrário do nosso questionamento sobre o significado da vida, mas sim, o início da nossa busca por algum significado. 
Ao encarar a insignificância de forma consciente e sem medo, vamos ter liberdade para procurar o significado mais profundo da nossa vida.

terça-feira, abril 03, 2012

Lutar ou Adaptar?

Somos como umas formigas...
 matam-se a trabalhar vem uma rajada de vento e tudo o que construíram até à data fica em pó!

Este povo nada cria, nada inventa e nada faz por saber.
Admira-se de nada ter e ainda lamenta por não ver.

As mãos que temos servem para moldar, para escrever e revoltar.

Agora és tu que escolhes... preferes Lutar ou Adaptar?