Suga-me toda a energia,
faz-me cócegas até eu chorar de felicidade,
conversa comigo até as palavras faltarem,
passeia a meu lado até doerem as pernas,
beija-me até faltar o ar,
abraça-me até sentires o meu coração a bater junto do teu,
faz-me carinhos até eu adormecer,
conta-me o teu dia até ao anoitecer.
Olha-me nos olhos até encontrares a minha alma,
aperta a minha mão até cruzarem as nossas alianças,
faz amor comigo até o teu corpo fraquejar,
dorme a meu lado até ao sol nascer,
diz-me que me amas até me convencer.
Vive comigo até a nossa vida terminar,
promete-me nunca me vais deixar,
sorri para mim como se fosse a primeira vez,
sorri para mim como se fosse a última vez.
Ama-me sem limite, entrega-te sem dó.
Pois eu prometo que farei tudo isto por ti até a vida me faltar.
Ana Boleto
20-10-2014
Sometimes We Expect More From Others, Because We Would Be Willing to Do That Much for Them...
segunda-feira, outubro 20, 2014
sexta-feira, outubro 17, 2014
Viajar
É, parece que quando uma pessoa se afasta por uns dias da vida monótona passa a dar importância à monotonia.
Quando viajamos há várias coisas que aprendemos.
Existem 1001 coisas que nos impendem de entrar naquele avião, mas mesmo assim entramos. A coragem começa a partir daí. Chegamos a um país novo, com gente nova, ambiente novo e cultura nova. O estômago sofre algumas alterações e de repente o coração sente-se apertado.
Temos uma maior abertura a lidar com as pessoas à nossa volta, mesmo com uma língua completamente diferente a língua universal gera próximidade entre todos.
Aos poucos entendemos que afinal a diversidade cultural é algo que em vez de nos afastar aproxima-nos.
Todos temos curiosidade por conhecer os países uns dos outros, onde vivemos, o que fazemos e diversas opiniões sobre o mundo em geral.
Aos poucos encaixamos perfeitamente uns nos outros sem se quer nos apercebermos disso. São criados laços e começamos a pensar nos pormenores da vida.
Quando viajamos acabamos por dar mais importância a certos pormenores.
A Natureza torna-se mais bonita, a arquitetura mais interessante e o meio que nos rodeia torna-se algo a explorar.
Percorremos ruas, conhecemos museus, aprendemos línguas novas, exploramos sem cansaço.
Acabamos por perceber que o nosso dia-a-dia torna-nos pessoas feias, que não nos esforçamos muito por sermos mais felizes, menos rigidos com nós mesmos...
Percebemos que a vida pode ser um sopro e temos tanto para aprender, viver, conhecer...
Quando viajamos sentimos o quanto pequenos somos e o quanto pequena é a nossa vida, parece que todos os minutos, segundos não chegam para tudo o que queremos fazer.
As saudades de casa começam a gerar sentimentos profundos demais e tudo o que já fazia sentido passa a fazer ainda mais sentido, queremos explorar mas ao mesmo tempo queremos regressar ao nosso dia-a-dia.
O que nos resta é tirar tudo de bom que a viagem nos traz e enriquecer com essa experiência maravilhosa que é sair da nossa caixa e explorar o mundo lá fora.
Quando viajamos há várias coisas que aprendemos.
Existem 1001 coisas que nos impendem de entrar naquele avião, mas mesmo assim entramos. A coragem começa a partir daí. Chegamos a um país novo, com gente nova, ambiente novo e cultura nova. O estômago sofre algumas alterações e de repente o coração sente-se apertado.
Temos uma maior abertura a lidar com as pessoas à nossa volta, mesmo com uma língua completamente diferente a língua universal gera próximidade entre todos.
Aos poucos entendemos que afinal a diversidade cultural é algo que em vez de nos afastar aproxima-nos.
Todos temos curiosidade por conhecer os países uns dos outros, onde vivemos, o que fazemos e diversas opiniões sobre o mundo em geral.
Aos poucos encaixamos perfeitamente uns nos outros sem se quer nos apercebermos disso. São criados laços e começamos a pensar nos pormenores da vida.
Quando viajamos acabamos por dar mais importância a certos pormenores.
A Natureza torna-se mais bonita, a arquitetura mais interessante e o meio que nos rodeia torna-se algo a explorar.
Percorremos ruas, conhecemos museus, aprendemos línguas novas, exploramos sem cansaço.
Acabamos por perceber que o nosso dia-a-dia torna-nos pessoas feias, que não nos esforçamos muito por sermos mais felizes, menos rigidos com nós mesmos...
Percebemos que a vida pode ser um sopro e temos tanto para aprender, viver, conhecer...
Quando viajamos sentimos o quanto pequenos somos e o quanto pequena é a nossa vida, parece que todos os minutos, segundos não chegam para tudo o que queremos fazer.
As saudades de casa começam a gerar sentimentos profundos demais e tudo o que já fazia sentido passa a fazer ainda mais sentido, queremos explorar mas ao mesmo tempo queremos regressar ao nosso dia-a-dia.
O que nos resta é tirar tudo de bom que a viagem nos traz e enriquecer com essa experiência maravilhosa que é sair da nossa caixa e explorar o mundo lá fora.
sexta-feira, outubro 03, 2014
Egoísmo.
“És a melhor maneira de viver. Podia dizer-te que te quero por tudo o que és. Mas estaria a mentir. Quero-te por tudo o que sou contigo. Quero-te pelo que sou. Porque me sinto, em ti, a pessoa que quero ser. És a minha melhor maneira de viver. Quero-te por egoísmo. É isso. Quero-te por egoísmo. Espero que me queiras pelo mesmo motivo.”
Pedro Chagas Freitas
Pedro Chagas Freitas
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