Apago as luzes e mesmo assim ele brilha,
Vejo o seu rosto e conheço-o desde sempre.
Eu não sabia quem ele era até saber quem ele é.
Aumento o som da música e mesmo assim oiço a sua voz como se tivesse
bem aqui perto do meu ouvido a dizer que me ama,
que me quer, que me deseja.
Eu simplesmente não consigo, não quero me afastar.
E ele repete, no escuro e no meio do barulho, que me ama,
que me quer, que me deseja...
E eu simplesmente não vou, não desisto, de me envolver cada vez mais.
Consigo senti-lo na minha pele,
sinto o gosto dele na minha boca, e é o beijo mais doce que já alguma vez senti.
Quanto mais o tenho... mais o quero.
E ele diz que me ama, que me quer e me deseja.
E eu simplesmente rendo-me a esta paixão, porque
eu também o quero, também o desejo e também o amo.
Sometimes We Expect More From Others, Because We Would Be Willing to Do That Much for Them...
terça-feira, agosto 19, 2014
segunda-feira, agosto 11, 2014
A teoria do descartável e do incoveniente.
A origem da palavra descartável quer dizer “livrar-se de algo”.
Hoje em dia as pessoas vivem uma vida descartável. Essa atitude é do mais comum que existe nesta sociedade estendendo-se a muitos campos/aspectos da vida.
Hoje as pessoas descartam-se de amizades que não são "convenientes", isto porque a amizade dos dias de hoje é uma amizade em torno de interesses narcizistas. Por esse motivo, o inconveniente, leva as pessoas a ter amizades descartáveis.
Outro campo do descartável é visto nas relações amorosas. A pouca importância que as pessoas hoje em dia dão ao Casamento. Existe um sentimento incutido nas cabeças das pessoas de que hoje em dia as relações amorosas são descartáveis, e como tal o Casamento não faz sentido nas suas cabeças. É dada elevada importância ao sexo e ao prazer momentâneo, esquecendo que a base de um relacionamento não parte desse "prazer descartável".
Já não há relacionamentos há sim prazeres descartáveis, um a seguir ao outro, e o outro a seguir ao um. Não se assumem compromissos com base no amor, mas com base da conveniência.
Hoje as pessoas evitam a dor e como tal vivem do descartável pois é o que dá menos trabalho, o mais fácil e o mais rápido. Já ninguém vive da luta e da conquista.
Um grande exemplo da vida ser encarada como descartável é o aumento dos abortos por "descuidos". Aqui sim, a vida é completamente descartável. A falta de responsabilidade na generalidade dos casos leva a uma leveza extrema do sentido da vida... o sexo descartável leva a uma gravidez descartável.
Ou então os casos dos pais que acabam por descartar as crianças abandonando-as por estas se tornarem inconvenientes.
O mesmo vimos nas guerras que se travam em todo o mundo. Vemos todos os dias certas sociedades a descartarem-se de certos povos que acham que são inferiores e que têm certas crenças diferentes das suas. O genocídio é o descartar de uma sociedade completa por esta sociedade criar inconveniência...
Outro campo do descartável vê-se na vida animal. As pessoas abandonam os seus animais de estimação, por que se tornaram inconvenientes, e os seus donos querem ir de férias e não sabem o que fazer com os seus animais...
Podíamos ir mais longe, a tecnologia, o conhecimento, os empregos, o material e a comida... hoje em dia tudo tem um prazo muito limitado, tudo se torna descartável.
Nada mais é encarado com um compromisso ou como algo que temos de levar até ao fim.
Esta mentalidade tende a aumentar em todo o mundo, vivemos na era do consumismo e do esbanjamento. É a Era do desperdício, da ganância, do desumano e do descartável.
Resta-me a mim, alertar-vos para tal e tentar não me deixar influenciar por esta Era do descontentamento e do caminho para o colapso humano.
Hoje em dia as pessoas vivem uma vida descartável. Essa atitude é do mais comum que existe nesta sociedade estendendo-se a muitos campos/aspectos da vida.
Hoje as pessoas descartam-se de amizades que não são "convenientes", isto porque a amizade dos dias de hoje é uma amizade em torno de interesses narcizistas. Por esse motivo, o inconveniente, leva as pessoas a ter amizades descartáveis.
Outro campo do descartável é visto nas relações amorosas. A pouca importância que as pessoas hoje em dia dão ao Casamento. Existe um sentimento incutido nas cabeças das pessoas de que hoje em dia as relações amorosas são descartáveis, e como tal o Casamento não faz sentido nas suas cabeças. É dada elevada importância ao sexo e ao prazer momentâneo, esquecendo que a base de um relacionamento não parte desse "prazer descartável".
Já não há relacionamentos há sim prazeres descartáveis, um a seguir ao outro, e o outro a seguir ao um. Não se assumem compromissos com base no amor, mas com base da conveniência.
Hoje as pessoas evitam a dor e como tal vivem do descartável pois é o que dá menos trabalho, o mais fácil e o mais rápido. Já ninguém vive da luta e da conquista.
Um grande exemplo da vida ser encarada como descartável é o aumento dos abortos por "descuidos". Aqui sim, a vida é completamente descartável. A falta de responsabilidade na generalidade dos casos leva a uma leveza extrema do sentido da vida... o sexo descartável leva a uma gravidez descartável.
Ou então os casos dos pais que acabam por descartar as crianças abandonando-as por estas se tornarem inconvenientes.
O mesmo vimos nas guerras que se travam em todo o mundo. Vemos todos os dias certas sociedades a descartarem-se de certos povos que acham que são inferiores e que têm certas crenças diferentes das suas. O genocídio é o descartar de uma sociedade completa por esta sociedade criar inconveniência...
Outro campo do descartável vê-se na vida animal. As pessoas abandonam os seus animais de estimação, por que se tornaram inconvenientes, e os seus donos querem ir de férias e não sabem o que fazer com os seus animais...
Podíamos ir mais longe, a tecnologia, o conhecimento, os empregos, o material e a comida... hoje em dia tudo tem um prazo muito limitado, tudo se torna descartável.
Nada mais é encarado com um compromisso ou como algo que temos de levar até ao fim.
Esta mentalidade tende a aumentar em todo o mundo, vivemos na era do consumismo e do esbanjamento. É a Era do desperdício, da ganância, do desumano e do descartável.
Resta-me a mim, alertar-vos para tal e tentar não me deixar influenciar por esta Era do descontentamento e do caminho para o colapso humano.
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