Olhei para as horas e achei-as infinitas mas tão vulgares.
Achei-as cheias de si, autoritárias e limitativas.
Horas que marcam dias, que
marcam momentos e que marcam sofrimento.
São elas que nos fazem envelhecer, que
nos fazem morrer.
Malditas horas que não me deixam viver.
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